PAGODES DA BIRMANIA
AGODES DA BIRMANIA
PAGODES DA BIRMANIA
OS ETERNOS MONUMENTOS DA HUMANIDADE
A mostra As estações do ano: Terra em movimento está em cartaz no Museu de Astronomia e Ciências Afins, no Rio de Janeiro (foto: Cinthia Pascueto). Você sabia que estações do ano não existem apenas na Terra, mas também em outros planetas do Sistema Solar? É o que revela a exposição em cartaz no Museu de Astronomia e Ciências Afins. Assista ao vídeo e comprove! As estações do ano: Terra em movimento Um passeio pelo espaço
Mostra explica por que existem estações do ano, fases da Lua e muito mais!
Já pensou em fazer uma viagem espacial? Pois saiba que é fácil embarcar nessa aventura. Basta visitar uma exposição no Rio de Janeiro, que mostra o que acontece no espaço, sem que seja preciso sair da Terra! 
Em cartaz no Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), a mostra As estações do ano: Terra em movimento acontece em uma sala que tem o teto cheio de pontos luminosos, imitando o céu estrelado. Tudo para criar um clima especial e incentivar os visitantes a saber mais sobre as estações do ano, as fases da Lua, o dia e a noite. E o que é melhor: de forma interativa!
Mexer é permitido
Na exposição, você pode girar um globo terrestre e perceber como a incidência da luz do Sol varia do hemisfério Norte para o Sul.
Além disso, se você sempre quis saber por que a Lua tem fases, pode usar um aparelho que o coloca na posição da Terra, enquanto uma esfera que imita o satélite natural do planeta gira ao seu redor. Sem falar que a mostra conta ainda com vídeos, painéis e jogos de computador!
“Queremos que as pessoas saiam da exposição com vontade de pesquisar e ler mais sobre o tema em casa”, conta o físico Douglas Falcão, coordenador de educação do Mast. Então, não perca a chance de aprender ciência e se divertir ao mesmo tempo!
Museu de Astronomia e Ciências Afins
Rua General Bruce, 586, São Cristóvão, Rio de Janeiro/RJ. Tel.: (21) 2589-4965.
Terças, quintas e sextas, das 9h às 17h. Quartas, das 9h às 20h.
Sábados, das 14h às 20h. Domingos e feriados, das 14h às 18h.
Grátis!
Júlia Faria
REVISTA ALEMÃ SPIEGEL PUBLICA AS MELHORES FOTOS DE 2008
Uma história pode ser contada através de uma bela foto. Por este motivo, acho que devemos valorizar cada vez mais a atividades destes profissionais. Afinal de contas, eles normalmente estão no lugar certo e na hora certa. A revista alemã Spiegel, divulgou uma relação com suas melhores fotos do ano de 2008. Um deslumbrante show de cliques precisos. Confira!






















MUSAS DO BRASILEIRÃO - FINALISTAS
BRASIL TEM O MAIOR NÚMERO DE MORTOS PELA NOVA GRIPE
BRASIL É O PAÍS COM MAIOR NÚMERO DE MORTOS PELA NOVA GRIPE

Taxa de mortalidade, no entanto, é menor do que em outros seis países.
Mortes pelo vírus no Brasil chegam a 557, diz boletim.
Do G1, em Brasília
O Ministério da Saúde disse nesta quarta-feira (26), em nota, que o Brasil já registra a maior quantidade de mortos pela nova gripe. Até o dia 22 de agosto, foram observados 557 óbitos pelo vírus H1N1. De acordo com o boletim, no entanto, a taxa de mortalidade do Brasil (0,29) é menor do que em outros seis países. Isto porque o percentual de óbitos é calculado em relação à quantidade de habitantes em cada país.
O ministério também ressaltou que os países adotam periodicidade diferente para a atualização do número de mortes. Os últimos dados dos Estados Unidos, por exemplo, se referem a 15 de agosto. Ainda de acordo com o boletim, os países com as maiores taxas de mortalidade estão no hemisfério sul, por causa do inverno.
O ministério disse também que, pela segunda semana consecutiva, houve queda na quantidade de casos graves da nova gripe. Segundo o boletim, a semana que vai de 16 a 22 de agosto teve uma diminuição no número absoluto de casos. A mesma tendência havia sido observada na semana que vai de 9 a 15 deste mês.
O ministério observou, no entanto, que não é possível concluir que a tendência seja definitiva, pois ainda existem casos em investigação ou que não tiveram as informações sobre a conclusão registradas no sistema de informação pelas secretarias estaduais e municipais de Saúde.
O boletim também ressaltou os riscos da doença para as mulheres grávidas. Das 480 gestantes infectadas pelo vírus Influenza A, 58 morreram.
Medida Provisória
O Ministério da Saúde também disse que o governo decidiu enviar ao Congresso Nacional uma medida provisória para a liberação de um crédito suplementar de R$ 2,1bilhões para o enfrentamento da pandemia de Influenza A.
O recurso será utilizado na compra de 73 milhões de doses da vacina contra a nova gripe, além da aquisição de 11,2 milhões de tratamentos, equipamentos, leitos de UTI, ampliação dos turnos nas unidades de saúde e capacitação dos profissionais.
O boletim informou ainda que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou que o Tamiflu, remédio utilizado para o tratamento do vírus H1N1, não seja utilizado por pessoas com sintomas leves ou sem fator de risco.
PAUL McCARTNEY: As pessoas achavam que eu era um impostor
Os boatos de que Paul McCartney teria morrido em um acidente em 1966, reforçados pela famosa capa do disco Abbey Road, de 1969, fizeram com que o cantor passasse por inúmeras situações inusitadas. Ele contou ao jornal britânicoTelegraph que as pessoas frequentemente encontravam formas de verificar se ele era o verdadeiro Paul ou apenas um impostor. "Eu acho que a pior coisa era quando alguém se aproximava de mim e me analisava bem de perto, pensando 'será que as orelhas dele sempre foram assim?'", disse o cantor. No ano de 1966, os Beatles resolveram interromper suas turnês porque estavam encontrando dificuldades em tocar ao vivo os arranjos cada vez mais complexos e inusitados de suas músicas. No mesmo período, Paul sofreu um acidente de moto sem gravidade, mas que foi suficiente para dar força à lenda de que ele teria morrido e, então, substituído por um sósia. Três anos depois, os Beatles tiraram algumas fotos cruzando uma faixa de pedestres na rua Abbey Road, em Londres. A foto mostra John, Ringo, Paul e George cruzando em fila indiana a rua iluminada, onde se destaca um fusca branco estacionado à esquerda. Na imagem, McCartney aparece de terno escuro, descalço - como os mortos são enterrados na Grã-Bretanha -, e sem fazer o mesmo passo dos colegas. A capa do disco serviu para reforçar os boatos, que passaram a dizer que a cena representaria uma procissão fúnebre na qual McCartney seria o morto; Lennon (de terno branco), o sacerdote; Starr (terno negro), o agente funerário; e Harrison (de camisa e calças jeans), o coveiro. Paul falou sobre os boatos em uma entrevista em outubro passado. Ele disse que foi divertido, mas ridículo. "As pessoas inventam uma história e depois você se vê obrigado a lidar com isso. Eu sei porque eu tinha os pés descalços. Eu havia chutado as minhas sandálias".
De fato, há muito o que se espantar no Reino Animal. Que o digam os animais reunidos pelo siteBuzzFeed, em curiosas imagens de susto, sabe-se lá por qual motivo. Confira o top 10:
Mariana
Nove horas.
Apagam-se as luzes do presídio.
Mais uma noite que se foi para o além
Como muitas outras
Desde que me destinaram a esta vida
de encarcerado, num fantasma.
O QUE AS CÉDULAS NOS CONTAM
O Brasil já trocou de moeda oito vezes em pouco mais de 50 anos. É um número excepcional, principalmente se comparado com outros países de economia mais estável, como EUA e Japão, cujas moedas já têm mais de um século. Apesar de terem sido provocadas por crises econômicas e altas taxas inflacionárias, as sucessivas mudanças de unidades monetárias têm um aspecto positivo. Diferentes pessoas, lugares, animais e cenas históricas representadas nas cédulas de dinheiro refletem como os países se veem – e como eles querem ser vistos pelo resto do mundo. Com a mudança frequente das cédulas, podemos analisar, por meio do dinheiro, as mudanças na economia, na sociedade e na importância de temas como cultura e meio ambiente no Brasil. O professor de jornalismo da Universidade de Northwestern (EUA) David Standish é autor do livro The Art of Money (“A arte do dinheiro”, sem tradução para o português), no qual analisou notas de dinheiro em mais de 80 países. Além da beleza das ilustrações, levou em conta pessoas representadas (políticos, artistas, militares, gente comum), gravuras, cores, números, acabamento, todos os elementos que refletem o momento por que passa o país. A convite de ÉPOCA, ele analisou as cédulas brasileiras das últimas décadas, e interpretou a história contada pelo dinheiro. “Um país coloca em sua moeda o que acha importante ou legal sobre si”, diz Standish. E geralmente isso significa líderes políticos, históricos ou atuais. Duque de Caxias, Barão de Rio Branco, D. Pedro I, D. Pedro II, Princesa Isabel e D. João VI estiveram todos na primeira série de Cruzeiros (1942-67). Segundo Standish, as mudanças no dinheiro brasileiro acompanharam a evolução da maioria das moedas pelo mundo. Ele afirma que, na década de 1980, houve uma tendência de “democratização das imagens”. “A parte de trás da nota de 200 cruzeiros, de 1981, ilustra mulheres cozinhando, e foge das representações de políticos e lugares famosos; é uma tendência interessante, que mostra gente normal fazendo atividades cotidianas.” Outra semelhança com o que ocorreu pelo mundo foram as notas que exibiam a tecnologia avançada do país, com torres, antenas e até aeroportos internacionais, especialmente nas economias emergentes. Depois do fim do Cruzeiro, em 10 anos a inflação fez mudar cinco vezes a moeda nacional até conseguir estabilidade no Real. Os efeitos da inflação alteram bastante o aspecto das notas. A começar pelas impressões sobrepostas, que parecem carimbos em cima das notas antigas, reduzindo seu valor drasticamente. “O único motivo para fazer uma impressão sobreposta é economizar dinheiro, porque é mais barato do que criar uma nova série de cédulas”, afirma Standish. Em seu livro ele cita o exemplo da Iugoslávia, que, após sua divisão no começo da década de 1990, passou por uma hiperinflação que levou o país a emitir uma nota de 500 bilhões de dinara. O Zimbábue, em 2008, estava em situação ainda pior: chegou a lançar uma nota de 100 trilhões de dólares zimbabuanos (são 14 zeros). Em 1993, o Brasil emitiu uma cédula de 500 mil cruzeiros; e um ano depois criou a de 1 real. Diferentemente da Iugoslávia e do Zimbábue, o Brasil sempre mudou o nome da moeda a cada reajuste de valores. Standish diz que isso é proposital. “Os países mudam o nome do dinheiro na esperança de que as pessoas esqueçam a inflação que o precedeu”, afirma. O Cruzado, lançado em 1986, foi um desses casos, mas não foi apenas seu nome que tencionava acalmar os ânimos das pessoas. A recente agitação política, depois dos 21 anos de ditadura, pode ter levado o governo a preferir nas novas cédulas alguns personagens que não dividam opiniões, como artistas e cientistas. “As pessoas podem gostar de serem lembradas das artes e da cultura do país, e não apenas de quem os está governando”, diz. Por essa razão, figuraram nos cruzados Machado de Assis, Villa-Lobos e Candido Portinari. Mesmo no curto período do Cruzado Novo (1989-90), ainda prestou-se homenagem aos poetas Carlos Drummond de Andrade e Cecília Meireles, e inaugurou-se uma nova tendência com o retrato de Augusto Ruschi, considerado o “Patrono da Ecologia” no Brasil, e orquídeas e beija-flores. O que começa a acontecer na moeda mundial é a celebração da natureza. É esse conceito que definiu as atuais imagens do Real, com representações de animais e da vida selvagem. “A África do Sul, há quase 20 anos, trocou as imagens de políticos por de rinocerontes, leões e elefantes, ficou muito bonito. Eu gosto muito das notas atuais brasileiras, principalmente a do mico-leão dourado (R$ 20) e a da tartaruga marinha (R$ 2)”, diz Standish. “É um progresso vocês terem a mesma unidade monetária há 15 anos”, brinca. Quanto ao fato de não haver nem líder político nem artistas, ele comenta: “Talvez as notas não ilustrem um político ou artista porque sentiu-se que não existe alguém tão presente na vida do brasileiro para quem ele deva olhar todos os dias na nota de dinheiro. Talvez haja uma falta de líderes fortes”. Standish elegeu a cédula de 500 cruzeiros, de 1980, a mais bonita de todas as que analisou. “Quando eu analiso uma nota, eu levo em conta tanto a beleza visual quanto o que ela está representando. Esses mapas são uma simplificação adorável para mostrar a evolução do país”, afirma. A nota favorita de Standish deixou de circular em 1986 , porque não bastava ela ser bonita para não sair de moda.
Do alto, à esq., em sentido horário: D. Pedro I, Barão do Rio Branco, Mário de Andrade e Augusto Ruschi - política, cultura e meio ambiente
VEJA O MAPA DA PRESENÇA HUMANA NA LUA
MAPA MOSTRA PRESENÇA HUMANA NA LUA
Em 20 de julho de 1969 um homem pisou na Lua. Nos quatro anos seguintes, outros voltaram, nas Apollos 12, 14, 15, 16 e 17. E tanto antes quanto depois sondas desceram no satélite.
Confira no mapa os locais de pouso das missões Apollo (EUA), Surveyor (EUA) e Luna (URSS):
Passe o cursor sobre os locais marcados (coloridos) para ver.
HÁ 40 ANOS, O HOMEM PISAVA NA LUA

Há exatos 40 anos, o homem chegava à Lua pela 1ª vez
No dia 20 de julho de 1969, os astronautas da "Apollo 11", Neil Armstrong, Michael Collins e Edwin "Buzz" Aldrin, foram os primeiros homens a pisarem na Lua, realizando um dos sonhos mais antigos da Humanidade. Este feito mudou a percepção de nosso lugar no Universo e nosso olhar sobre a Lua, até então um lugar que, por milênios, foi alvo de veneração, sonhos e superstições.
"Quando chegamos lá, desmitificamos de forma a Lua", considerou Roger Launius, chefe do departamento de História Espacial do Smithsonian Institution de Washington. Confira abaixo algumas fotos que relembram este grande marco na nossa história:









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